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Atenção ao uso excessivo do fone de ouvido durante a pandemia

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Atenção ao uso excessivo do fone de ouvido durante a pandemia

A pandemia do coronavírus e a adoção do isolamento social para combater a Covid-19 impôs uma série de mudanças em nosso cotidiano. Entre elas o trabalho remoto, que exige a participação em várias reuniões por vídeo chamadas e comunicação online com os colegas. Ou mesmo as reuniões familiares através de aplicativos. Nessas situações é comum o uso do fone de ouvido. No entanto, é preciso ter atenção extra e tomar cuidado para que o uso excessivo do equipamento não prejudique a audição.

Além da maior frequência de reuniões online, seja a trabalho, estudo ou para conversar com amigos e familiares, o isolamento fez as pessoas mudarem seus hábitos e rotinas. Estudo realizado pela plataforma de streaming Deezer mostra que aumentou o consumo de áudio no Brasil e em países como Itália e França. Na maioria das vezes, as pessoas utilizam o fone de ouvido para ouvir música ou podcasts.

O problema é que, dependendo do tempo de exposição e intensidade, o fone de ouvido pode causar danos irreversíveis à audição. Isso acontece porque o som alto mata as células ciliadas, que não são regeneradas pelo organismo. Segundo a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, a constante exposição a ruídos com frequência superior a 85 decibéis (dB) pode gerar prejuízos.

Recomendações e sintomas

A recomendação de especialistas é que o volume do fone de ouvido não ultrapasse 80% da capacidade máxima do aparelho. Outra orientação é que o volume não deve ser tão alto ao ponto de o usuário não conseguir escutar os sons à sua volta. Além disso, é indicado uma pausa no fone de ouvido após o uso prolongado. O modelo do acessório também influencia nos danos. A sugestão são os fones externos, que são menos invasivos.

Alguns dos sintomas que podem aparecer para quem já teve a audição afetada pelo uso excessivo do fone de ouvido são: zumbido no ouvido, aquele barulho constante semelhante a um apito ou cachoeira; pressão nos ouvidos; dificuldade para compreender a fala; e falta de concentração e irritabilidade. Ao notar esses sintomas, a recomendação é buscar um especialista. E, se necessário, iniciar a reabilitação auditiva o mais rápido possível.

Se a perda for significativa, o uso do aparelho auditivo é o tratamento mais indicado na maioria dos casos. Desenvolvidos com tecnologia de ponta, os aparelhos auditivos não restauram a audição, mas devolve ao usuário a capacidade de ouvir os sons com clareza. Os dispositivos atuais são pequenos, discretos e praticamente imperceptíveis. Alguns modelos contam com uma série de funcionalidades, como conexão direta ao celular e dispositivos de áudio.

Estamos prontos para lhe atender

A ParaOuvir Aparelhos Auditivos está funcionando normalmente e preparada para lhe atender durante esse período de pandemia. Afinal, a audição não pode esperar. Todas as nossas unidades foram adaptadas para recebê-lo com total segurança. Os cuidados com a higienização foram redobrados e nossos colaboradores utilizam todos os equipamentos de segurança durante os atendimentos, como luvas cirúrgicas, máscaras, óculos de proteção e toucas higiênicas.

Além disso, os atendimentos serão feitos somente com horário marcado e com intervalo espaçado entre um paciente e outro. Tudo para evitar que os pacientes fiquem aguardando na recepção e tenham contato próximo com outras pessoas. O intervalo ainda é necessário para que a desinfecção da sala seja realizada.

Portanto, não deixe que a deficiência auditiva limite a sua vida. A ParaOuvir é referência em prevenção e reabilitação auditiva há mais de 12 anos. Estamos à disposição para auxiliá-lo no tratamento e devolver a você a capacidade de ouvir todos os sons que o mundo tem a lhe oferecer. Agende agora mesmo uma visita a uma de nossas unidades em Brasília (DF)!

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